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El punto rojo que las mujeres hindúes pintan en su tercer ojo es un símbolo de la sangre menstrual. Originalmente, las mujeres pintaban su tercer ojo con su propia sangre y la mágia de la sangre abría el sexto chakra (centro energético asociado a la visión espiritual y psíquica).
El aspecto visionario de la menstruación está claramente invocado por esta práctica. La sangre lo transporta a las células del cuerpo y por esto la sangre contiene el conocimiento del código genético (ADN). El código genético y el lineaje familiar, están contenidos en el corriente sanguíneo. Toda célula del cuerpo es un microcosmo del todo.
Al pintar nuestro tercer ojo con nuestra sangre, nos abrimos al conocimiento oculto de este código genético. Esta información incluye un profundo conocimiento ancestral y puede traer una comprensión de nuestros propios patrones familiares y aquellos del género humano.
Todos traemos dentro el conocimiento de todas las generaciones de seres humanos que han existido. Oculta en este código hay una masa de información reunida a través de la historia. Ocasionalmente, la información queda adormecida y a veces, desea aflorar de nuevo. Estamos viviendo en una época en que el conocimiento de la tierra y de la mujer, está retornando a la conciencia colectiva y a través de nuestra sangre podemos entrar en ella.
La próxima ves que sangres, trata de relaciónate concientemente con tu sangre. Intenta pintar un pequeño punto rojo entre tus ojos y observa como el conocimiento de la tierra y de tus ancestros fluye hacia tu conciencia. Pinta un punto rojo en tu tercer ojo antes de irte a dormir para aumentar tus sueños.
Extracto del libro "Her blood is gold" de Lara Owen
Fonte: http://miperiodoalnatural.blogspot.com/2012/01/rito-de-vision.html
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09 janeiro 2012
30 dezembro 2011
Ciclo da Lua Branca e Ciclo da Lua Vermelha
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Em que lua você menstrua? Você faz parte das mulheres de ciclo da lua branca ou das mulheres de ciclo da lua vermelha?
Na Antigüidade, o ciclo menstrual da mulher seguia as fases lunar com tanta precisão que a gestação era contada por luas. Com o passar dos tempos, a mulher foi se distanciando dessa sintonia e perdendo assim o contato com o seu próprio ritmo e seu corpo, fato que teve como conseqüência vários desequilíbrios hormonais, emocionais e psíquicos. Para restabelecer essa sincronicidade natural, tão necessária e salutar, a mulher deve se reconectar à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá cooperar com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais, curando seus desequilíbrios e fortalecendo sua psique.
Para compreender melhor a energia de seu ciclo menstrual, cada mulher deve criar um Diário da Lua Vermelha, anotando no calendário o início de sua menstruação, a fase da lua, suas mudanças de humor, disposição, nível energético, comportamento social e sexual, preferências, sonhos e outras observações que queira.
Para tirar conclusões sobre o padrão de sua Lua Vermelha, faça essas anotações durante pelo menos três meses, preferencialmente por seis. Após esse tempo, compare as anotações mensais e resuma-as, criando, assim, um guia pessoal de seu ciclo menstrual baseado no padrão lunar. Observe a repetição de emoções, sintonias, percepções e sonhos, fato que vai lhe permitir estar mais consciente de suas reações, podendo evitar, prever ou controlar situações desagradáveis ou desgastantes.
Do ponto de vista mágico, há dois tipos de ciclos menstruais determinados em função da fase lunar em que ocorre a menstruação. Quando a ovulação coincide com a lua cheia e a menstruação com a Lua Negra (acontece nos três dias que antecedem a lua nova, entendido como o quinto dia da lua minguante), a mulher pertence ao Ciclo da Lua Branca. Como o auge da fertilidade ocorre durante a lua cheia, esse tipo de mulher tem melhores condições energéticas para expressar suas energias criativas e nutridoras por meio da procriação.
Quando a ovulação coincide com a lua negra e a menstruação com a lua cheia, a mulher pertence ao Ciclo da Lua Vermelha. Como o auge da fertilidade ocorre durante a fase escura da lua, há um desvio das energias criativas, que são direcionadas ao desenvolvimento interior, em vez do mundo material. Diferente do tipo Lua Branca, que é considerada a boa mãe, a mulher do Ciclo Lua Vermelha é bruxa, maga ou feiticeira, que sabe usar sua energia sexual para fins mágicos e não somente procriativos.
Ambos os ciclos são expressões da energia feminina, nenhum deles sendo melhor ou mais correto que o outro. Ao longo de sua vida, a mulher vai oscilar entre os ciclos Branco e Vermelho, em função de seus objetivos, de suas emoções e ambições ou das circunstâncias ambientais e existenciais.
Além de registrar seus ritmos no Diário da Lua Vermelha, a mulher moderna pode reaprender a vivenciar a sacralidade de seu ciclo menstrual. Para isso, é necessário criar e defender um espaço e um tempo dedicado a si mesma. Sem poder seguir o exemplo das suas ancestrais, que se refugiavam nas Tendas Lunares para um tempo de contemplação e oração, a mulher moderna deve respeitar sua vulnerabilidade e sensibilidade aumentadas durante sua lua. Ela pode diminuir seu ritmo, evitando sobrecargas ao se afastar de pessoas e ambientes carregados, não se expondo ou se desgastando emocionalmente, e procurando encontrar meios naturais para diminuir o desconforto, o cansaço, a tensão ou a agitação.
Com determinação e boa vontade, mesmo no corre-corre cotidiano dos afazeres e obrigações, é possível encontrar seu tempo e espaço sagrados para cuidar da sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Meditações, banhos de luz lunar, água lunarizada, contato com seu ventre, sintonia com a deusa regente de sua lua natal ou com as deusas lunares, viagens xamânicas com batidas de tambor, visualizações dos animais de poder, uso de florais ou elixires de gemas contribuem para o restabelecimento do padrão lunar rompido e perdido ao longo dos milênios de supremacia masculina e racional.
O mundo atual – em que a maior parte das mulheres trabalha – ainda tem uma orientação masculina. Para se afastar dessa influência, a mulher moderna deve perscrutar seu interior e encontrar sua verdadeira natureza, refletindo-a em sua interação com o mundo externo.
(Texto extraído do livro O Anuário da Grande Mãe – Guia Prático de Rituais para Celebrar a Deusa, de Mirella Faur, Editora Gaia)
Fonte: http://aterraviva.wordpress.com/2010/10/04/ciclo-da-lua-branca-e-ciclo-da-lua-vermelha/
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Em que lua você menstrua? Você faz parte das mulheres de ciclo da lua branca ou das mulheres de ciclo da lua vermelha?
Na Antigüidade, o ciclo menstrual da mulher seguia as fases lunar com tanta precisão que a gestação era contada por luas. Com o passar dos tempos, a mulher foi se distanciando dessa sintonia e perdendo assim o contato com o seu próprio ritmo e seu corpo, fato que teve como conseqüência vários desequilíbrios hormonais, emocionais e psíquicos. Para restabelecer essa sincronicidade natural, tão necessária e salutar, a mulher deve se reconectar à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá cooperar com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais, curando seus desequilíbrios e fortalecendo sua psique.
Para compreender melhor a energia de seu ciclo menstrual, cada mulher deve criar um Diário da Lua Vermelha, anotando no calendário o início de sua menstruação, a fase da lua, suas mudanças de humor, disposição, nível energético, comportamento social e sexual, preferências, sonhos e outras observações que queira.
Para tirar conclusões sobre o padrão de sua Lua Vermelha, faça essas anotações durante pelo menos três meses, preferencialmente por seis. Após esse tempo, compare as anotações mensais e resuma-as, criando, assim, um guia pessoal de seu ciclo menstrual baseado no padrão lunar. Observe a repetição de emoções, sintonias, percepções e sonhos, fato que vai lhe permitir estar mais consciente de suas reações, podendo evitar, prever ou controlar situações desagradáveis ou desgastantes.
Do ponto de vista mágico, há dois tipos de ciclos menstruais determinados em função da fase lunar em que ocorre a menstruação. Quando a ovulação coincide com a lua cheia e a menstruação com a Lua Negra (acontece nos três dias que antecedem a lua nova, entendido como o quinto dia da lua minguante), a mulher pertence ao Ciclo da Lua Branca. Como o auge da fertilidade ocorre durante a lua cheia, esse tipo de mulher tem melhores condições energéticas para expressar suas energias criativas e nutridoras por meio da procriação.
Quando a ovulação coincide com a lua negra e a menstruação com a lua cheia, a mulher pertence ao Ciclo da Lua Vermelha. Como o auge da fertilidade ocorre durante a fase escura da lua, há um desvio das energias criativas, que são direcionadas ao desenvolvimento interior, em vez do mundo material. Diferente do tipo Lua Branca, que é considerada a boa mãe, a mulher do Ciclo Lua Vermelha é bruxa, maga ou feiticeira, que sabe usar sua energia sexual para fins mágicos e não somente procriativos.
Ambos os ciclos são expressões da energia feminina, nenhum deles sendo melhor ou mais correto que o outro. Ao longo de sua vida, a mulher vai oscilar entre os ciclos Branco e Vermelho, em função de seus objetivos, de suas emoções e ambições ou das circunstâncias ambientais e existenciais.
Além de registrar seus ritmos no Diário da Lua Vermelha, a mulher moderna pode reaprender a vivenciar a sacralidade de seu ciclo menstrual. Para isso, é necessário criar e defender um espaço e um tempo dedicado a si mesma. Sem poder seguir o exemplo das suas ancestrais, que se refugiavam nas Tendas Lunares para um tempo de contemplação e oração, a mulher moderna deve respeitar sua vulnerabilidade e sensibilidade aumentadas durante sua lua. Ela pode diminuir seu ritmo, evitando sobrecargas ao se afastar de pessoas e ambientes carregados, não se expondo ou se desgastando emocionalmente, e procurando encontrar meios naturais para diminuir o desconforto, o cansaço, a tensão ou a agitação.
Com determinação e boa vontade, mesmo no corre-corre cotidiano dos afazeres e obrigações, é possível encontrar seu tempo e espaço sagrados para cuidar da sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Meditações, banhos de luz lunar, água lunarizada, contato com seu ventre, sintonia com a deusa regente de sua lua natal ou com as deusas lunares, viagens xamânicas com batidas de tambor, visualizações dos animais de poder, uso de florais ou elixires de gemas contribuem para o restabelecimento do padrão lunar rompido e perdido ao longo dos milênios de supremacia masculina e racional.
O mundo atual – em que a maior parte das mulheres trabalha – ainda tem uma orientação masculina. Para se afastar dessa influência, a mulher moderna deve perscrutar seu interior e encontrar sua verdadeira natureza, refletindo-a em sua interação com o mundo externo.
(Texto extraído do livro O Anuário da Grande Mãe – Guia Prático de Rituais para Celebrar a Deusa, de Mirella Faur, Editora Gaia)
Fonte: http://aterraviva.wordpress.com/2010/10/04/ciclo-da-lua-branca-e-ciclo-da-lua-vermelha/
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29 abril 2010
Sacred Beltane Fire
Hemisfério Norte 01/05 e Hemisfério Sul 31/10...
A palavra Beltane significa "fogo luminoso" ou "fogo sagrado", ocorre no início de Maio e celebra a chegada do verão, a colheita, a fertilidade e o surgimento da vida.
Os Druidas elevavam fogos nas terras altas das Ilhas Britânicas nas vésperas de Maio, em um ato real de magia na intenção de se trazer a luz do Sol para a Terra, simbolizando a vitória da Luz sobre a Escuridâo...
Uma das tradições mais belas de Beltane é o Maypole, ou Mastro de fitas. Um mastro ao qual se prendem fitas coloridas é erguido, e em uma dança ritualística essas fitas (cada qual representando um desejo) são trançadas, tal como são trançados os destinos nos caminhos da vida... Com este ritual, os participantes colocam-se sob a proteção dos Deuses...
Casais jovens saltam sobre as fogueiras (ou fogos) de Beltane ou correm e dançam entre elas... O gado solto dos estábulos (após o longo inverno que terminava) era dirigido para entre duas fogueiras para que houvesse a limpeza das doenças bem como garantia de fertilidade e produção farta de leite.
A principal característica dos "rituais de Beltane" originou-se nas primeiras comunidades rurais e se difundiu universalmente... " os jovens casais iam para as floresta e campos fazer amor e retornavam no dia 1o de Maio, trazendo flores de espinheiros para decorar casas e estábulos"...
Em Beltane celebramos o Amor... capaz de dar vida a tudo... o Deus e a Deusa são apaixonados e férteis... e de seu amor, tudo, absolutamente tudo nascerá... Acredita-se que os rituais de Beltane aumentam as energias e a fertilidade, melhoram a saúde, o otimismo e a auto-confiança, além de trazer luz e calor ao verão que se inicia...
A palavra Beltane significa "fogo luminoso" ou "fogo sagrado", ocorre no início de Maio e celebra a chegada do verão, a colheita, a fertilidade e o surgimento da vida.
Os Druidas elevavam fogos nas terras altas das Ilhas Britânicas nas vésperas de Maio, em um ato real de magia na intenção de se trazer a luz do Sol para a Terra, simbolizando a vitória da Luz sobre a Escuridâo...
Uma das tradições mais belas de Beltane é o Maypole, ou Mastro de fitas. Um mastro ao qual se prendem fitas coloridas é erguido, e em uma dança ritualística essas fitas (cada qual representando um desejo) são trançadas, tal como são trançados os destinos nos caminhos da vida... Com este ritual, os participantes colocam-se sob a proteção dos Deuses...
Casais jovens saltam sobre as fogueiras (ou fogos) de Beltane ou correm e dançam entre elas... O gado solto dos estábulos (após o longo inverno que terminava) era dirigido para entre duas fogueiras para que houvesse a limpeza das doenças bem como garantia de fertilidade e produção farta de leite.
A principal característica dos "rituais de Beltane" originou-se nas primeiras comunidades rurais e se difundiu universalmente... " os jovens casais iam para as floresta e campos fazer amor e retornavam no dia 1o de Maio, trazendo flores de espinheiros para decorar casas e estábulos"...
Em Beltane celebramos o Amor... capaz de dar vida a tudo... o Deus e a Deusa são apaixonados e férteis... e de seu amor, tudo, absolutamente tudo nascerá... Acredita-se que os rituais de Beltane aumentam as energias e a fertilidade, melhoram a saúde, o otimismo e a auto-confiança, além de trazer luz e calor ao verão que se inicia...
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