Quando uma mulher de certa tribo da África sabe que está grávida, segue para a selva com outras mulheres, e juntas rezam e meditam até que aparece “A canção da criança”.
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam sua canção. Logo, quando a criança começa sua educação, o povo se junta e lhe canta a sua canção.
Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta.
Quando chega o momento de seu casamento, a pessoa escuta sua canção.
Finalmente, quando a sua alma está para ir-se deste mundo, a família e amigos aproximam-se e, como em seu nascimento, cantam sua canção para acompanhá-la na “viagem”.
Nesta tribo da África, tem outra ocasião na qual os homens cantam a canção.
Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, levam-no até o centro do povoado e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor.
Então lhe cantam “sua canção.”
A tribo reconhece que a correção para as condutas antisociais não é o castigo; é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade. Quando reconhecemos nossa própria canção, já não temos desejo nem necessidade de prejudicar ninguém.
Teus amigos conhecem a “tua canção”. E a cantam quando a esqueces. Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes, ou as escuras imagens que mostras aos demais. Eles recordam tua beleza quanto te sentes feio, tua totalidade quando estás quebrado, tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.
Tolba Phanem
Poetisa Africana
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26 abril 2012
ONE
For millennia we have been dancing around blazing fires to the beat of the tribal drum, vibrating AS ONE to the same rhythm: such is our way of communicating with real patterns and values; communing with the Earth and our Sun. Ecstasis! It is in our DNA. The water crystals we carry are conductors of information: we vibrate in synchronicity to the same symmetrical patterns by the waves of sound. Trance!
With our steady movements and balanced steps, we transmit our common message: that we are love and need no words to define our music - for we are the music.
We need no thoughts to define our existence: we vibrate our existence. We dance to One Rhythm. Therefore:We Are One! ♥
http://boomfestival.org/boom2012/2011/01/10/a-quiet-place/
08 abril 2010
19 novembro 2009
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